quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O Blog como Ferramenta de Comunicação


Minha experiência com uso do blog como ferramenta de comunicação tem cerca de dois anos, quando participei de um curso: Tecnologia na EducaçãoEnsinando e Aprendendo com as TICs, realizado pelo Núcleo de Tecnologia de Maracanaú – (NUTEM), em parceria com o e-ProInfo. E agora, retomo o uso do blog com o módulo: Oficinas Tecnologias do curso de Especialização em Coordenação Pedagógica promovido pela UFC.

Os blogs já são uma realidade social usado por milhões de pessoas como ferramenta de comunicação. Executivos, jornalistas, público de um modo geral se comunicam via blog. E aos poucos essa ferramenta está chegando ao meio acadêmico.
No entanto, para que o blog possa ser usado em larga escala nas escolas públicas como ferramenta pedagógica, é preciso que as escolas tenham condições mínimas de estrutura tecnológica para que essa realidade, também possa ser absorvida por nossos alunos.

Estatística:

> 15, 5 milhões é o total de blogs do mundo;
> 1 blog é criado a cada segundo;
> 30% da população online dos EUA visitam blogs;
> Blogs com conteúdo político, estilo de vida, tecnologia e escritos por mulheres são os mais acessados.

Acessado em 30/10/2013.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Show da Professora Poderosa


Paródia muito criativa em relação a música Show das Poderosas da cantora Anitta.

Show da Professora Poderosa de autoria da profa. Priscila que ensina no 3º Ano do Ensino Fundamental em Fortaleza.




SHOW DA PROFESSORA PODEROSA

PREPARA QUE AGORA É HORA DO SHOW DA PROFESSORA
QUE FALA, QUE GRITA “SOCORRO! EU NÃO AGUENTO!”
ESTOU FICANDO LOUCA
QUE MENINO BARULHENTO!
ME DEIXA UM BAGAÇO!

QUANDO CHEGA ATRASADO
DIZ: NÃO ACORDEI.
DE REPENTE VEM SEM FARDA
AI MEU DEUS PIREI!

NÃO TRAZ LÁPIS NEM CADERNO
O QUE VEM FAZER?
FICO LOGO A PENSAR
VEIO ME ENLOUQUECER!

PLANEJAMENTO E DIÁRIO... QUE SACO!
PROVAS E MUITOS RELATÓRIOS... TRABALHO!
SÁBADOS E UMA HORA  A MAIS... FERIADO!

É TANTA COISA JUNTA
EU VOU FICAR MALUCA...

PREPARA QUE AGORA É HORA DO SHOW DA PROFESSORA
QUE PEDE, QUE CHORA “EU QUERO UM AUMENTO!”
É TANTA HUMILHAÇÃO
É TANTO SOFRIMENTO
E OLHA O SALÁRIO!

VEM NO ÔNIBUS LOTADO
ESMAGADA EU SEI
QUANDO OLHA PRO RELÓGIO

JÁ ME ATRASEI

AÍ FICA PENSANDO
TENHO QUE ESTUDAR
PRA MUDAR DE PROFISSÃO
PRECISO RESPIRAR!

TRINTA E CINCO ALUNOS NUMA SALA... BABADO!
CARÕES QUANDO EU CHEGO UM POUCO ATRASADA
É MUITA COBRANÇA, MAS EU TÔ PREPARADA

CHAMAM ATENÇÃO À TOA
MAS EU FICO NUMA BOA... NUMA BOAAA...


(PARÓDIA SHOW DAS PODEROSAS)
_ POR PRISCILA BARCELOS

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Viver em Apartamento - post com Vídeo


O vídeo de Bruno Bozzetto retrata o mundo contemporâneo, em particular das pessoas que vivem engaioladas em um apartamento, assim como eu.

Portanto, buscar viver em harmonia com seus vizinhos é a melhor maneira de se evitar conflitos.

Atenção: O vídeo a seguir é inadequado para pessoas estressadas: (professores, policiais, médicos, entre outros) que moram em apartamento e que perdem a cabeça ao serem incomodadas.
 


_ Viver em apartamento por Bruno Bozzetto.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O Professor Está Sempre Errado!!!

        Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".
É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
_ Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988.
“Parabéns aos colegas professores pelo seu dia...” Mas, o salário ó!




Informações Profissionais - foto



Sou FERNANDO DA SILVA FILHO, brasileiro, casado, natural de Quixadá–Ce, residente e domiciliado em Fortaleza. 

Trabalho na Prefeitura Municipal de Fortaleza e de Maracanaú, como funcionário público concursado, no cargo de Professor de Educação Básica, lecionando em turmas do 5º ano e EJA.

ESCOLA MUNICIPAL ANDRÉ LUIS em Fortaleza;

EMEIF SANTA EDWIRGES – Maracanaú – Ce.

Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica

   O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica desenvolve-se no âmbito do Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica Pública, vinculado à Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação – SEB/MEC.
   Destina-se à formação continuada e pós-graduada de profissionais que atuam em equipes de gestão pedagógica em escolas públicas.
   A iniciativa do curso explicita o entendimento da SEB sobre a importância da formação continuada de Coordenadores Pedagógicos para o fortalecimento da educação inclusiva e da gestão democrática na educação pública brasileira.
   Nesse sentido, esta formação proporciona o estudo de temas como Política Educacional, Gestão Democrática, Cultura e Currículo, Processos de Ensino-aprendizagem, Processos Comunicacionais, Planejamento e Avaliação, tendo como eixo da intervenção do Coordenador Pedagógico, enquanto integrante da equipe gestora da escola, a Organização do Trabalho Pedagógico.
   O curso busca promover a integração dos conhecimentos, a partir do delineamento de princípios norteadores, sobre os processos de gestão e a organização do trabalho educativo, por meio de discussões e reflexões sobre a prática pedagógica à luz de um referencial teórico-metodológico fundamentado na perspectiva crítico-transformadora.
   O curso tem por objetivo geral: Formar, em nível de pós-graduação lato sensu, coordenadores pedagógicos que atuam em instituições públicas de educação básica, visando à ampliação de suas capacidades de análise e resolução de problemas, elaboração e desenvolvimento de projetos e atividades no âmbito da organização do trabalho pedagógico e do processo de ensino-aprendizagem.
   Objetivos específicos: Promover a reflexão sobre o trabalho pedagógico e a gestão democrática que favoreçam a formação cidadã do estudante; Possibilitar o aprofundamento dos debates sobre a construção coletiva do projeto pedagógico, bem como da articulação, integração e organização das ações pedagógicas, entre outros.
   Princípios Norteadores: Direito à Educação; Gestão democrática; Formação continuada crítica e promotora da identidade profissional; Articulação teoria-prática; Integração dos elementos curriculares.
   Carga Horária e Duração – o curso proposto reúne uma carga horária total de 405 horas a ser cumprida no período mínimo de 12 meses e máximo de 18 meses.
   Avaliação da Aprendizagem – As atividades realizadas pelos cursistas serão acompanhadas de modo contínuo pelos professores orientadores das turmas e pelos coordenadores de Salas, que se manterão em constante diálogo visando à troca de informações, à apreciação conjunta do desempenho dos cursistas e à busca de soluções relacionadas às dificuldades.
   O Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) será desenvolvido individualmente ao longo do curso, sob orientação de um docente mestre ou doutor.
   Outras informações consultar link http://www.virtual.ufc.br/gpege no portal do Grupo de Pesquisa e Ensino em Formação Tecnológica E Educacional (GPEGE), da UFC Virtual.

Curso de Especialização em Gestão Escolar

O Curso de Especialização em Gestão Escolar realizado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Instituto Universidade Virtual – UFC Virtual, destina-se aos profissionais portadores de Graduação – Licenciatura Plena, em qualquer área do conhecimento, que integrem o núcleo gestor da escola, incluindo diretores, vice-diretores, secretários escolares e coordenadores pedagógicos em exercício nas redes estaduais e municipais de ensino.
O objetivo do curso é promover o processo formativo, pós-graduação Lato Sensu, dos gestores das instituições públicas de educação básica do Ceará, visando a ampliação de suas capacidades de elaboração e desenvolvimento de projetos. Assim como promover atividades no âmbito da organização do trabalho pedagógico e do processo de ensino-aprendizagem, balizados em uma perspectiva de administração pública democrática que busca a melhoria da qualidade da educação pública no País.
O curso é uma parceria da UFC com a Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC), União Nacional dos Dirigentes Municipais (UNDIME) e Ministério da Educação (MEC).
O Curso de Especialização em Gestão Escolar terá duração de 432 h/a e será realizado em três semestres, sendo dois semestres destinados as atividades teóricas e práticas, e um semestre de orientação didática a fim de acompanhar a elaboração das monografias, que deverão ser apresentadas a uma banca como forma obrigatória a conclusão do curso.
Ao final do curso de Pós-Graduação lato sensu em nível de Especialização, o aluno que cumprir todas as exigências legais e regimentais, fará jus ao certificado de Especialista em Gestão Escolar expedido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará. 
Para mais informações acesse o link http://www.virtual.ufc.br/gpege no portal do Grupo de Pesquisa e Ensino em Formação Tecnológica E Educacional (GPEGE), da UFC Virtual.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

As Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação no Cotidiano do Coordenador Pedagógico”



Considerações sobre o texto:
    “ As Tecnologias Digitais de Comunicação e Informação no Cotidiano do Coordenador Pedagógico” – o papel do coordenador pedagógico na integração das TICs no currículo escolar e seus principais desafios na contemporaneidade.
_ Fernando da Silva Filho.

O texto destaca as profundas transformações vivenciadas na atualidade principalmente no que se refere às tecnologias digitais de comunicação e informação (TDIC) com destaque para a internet.
A tecnologia já faz parte do nosso cotidiano. Isso é fato consumado. Praticamente em todos os momentos da nossa rotina diária, fazemos uso das tecnologias. E essa realidade não poderia ficar de fora do ambiente escolar.
O texto destaca que as tecnologias têm chegado à escola com impressionante rapidez, e que esse recurso tecnológico é uma instância de aprendizagem essencial à formação do educando. No entanto, o texto destaca fazendo referencia à Almeida (2000), que embora os computadores estejam cada vez mais presentes nas escolas ainda não sentimos o impacto das mudanças que poderiam ser causadas pela inserção desta tecnologia no processo de ensino e aprendizagem principalmente nos indicadores educacionais.
Os autores destacam ainda, que a inserção das tecnologias digitais na prática docente é um aspecto do planejamento que requer um cuidado especial. E, que nesse sentido o coordenador pedagógico como principal articulador da formação continuada na escola tem papal imprescindível na inserção da tecnologia no currículo escolar.
Diante do exposto, O papel do coordenador pedagógico se destaca, uma vez que ele é o profissional, dentro da escola, que faz a formação contínua do professor, e lhe traz ferramentas novas para atuar dentro da sala de aula, sendo um ponto de referência para estes.
Portanto, a escola e os profissionais da educação têm um grande desafio que é encontrar meios de inserir os recursos tecnológicos no ambiente escoar e de fazer bom uso dessa poderosa ferramenta, com o objetivo de incrementar o desenvolvimento intelectual do aluno.
O fato é que vivemos duas realidades educacionais: o da escola particular que praticamente usa todos os recursos tecnológicos no ambiente escolar; e o da escola pública que gasta rios de dinheiro tentando inserir as tecnologias sem conseguir resultados satisfatórios e não passando de puro modismo.
Conforme Oliveira (1997), citando Derval (1986), nos Estados Unidos, em 1983, 53% das escolas já utilizavam computadores e, ao mesmo tempo, na França estava sendo desenvolvido o plano “Informática para todos”, que postulava a formação de milhares de professores e a instalação de milhares de micros, com perspectiva de atender 11 milhões de alunos. Nestes países, não houve apenas o uso de um modismo como qualquer outro, mas a convicção das possibilidades a ser alcançadas com tal tecnologia.
No nosso país conforme Oliveira (1997), as primeiras ações governamentais implementadas no intuito de interligar educação com informática ocorreram em 1979 quando a SEI (Secretaria Especial de Informática) escolheu o setor educacional, ao lado dos da agricultura, saúde e indústria, como sendo um daqueles a que seria dado maior apoio, com o objetivo de viabilizar a utilização de recursos computacionais em suas atividades.
De lá pra cá pouco coisa mudou. Devemos ter em mente que a escola deve assegurar a inserção de seus alunos na era digital, mesclando o saber tradicional com a utilização dos recursos proporcionados pelos avanços das tecnologias da informação e da comunicação.
O governo tem que traçar políticas que permitam a inserção das tecnologias no ambiente escolar. Sem este acesso, a cidadania desses alunos, estará ameaçada, pois aqueles que não tiverem o domínio das novas tecnologias estarão ameaçados de exclusão na nova sociedade da informação.
No entanto, algumas pesquisas apontam que a escola é uma das instituições que mais demoram a inovar e avançar e para agravar a situação, muitos professores resistem em aceitar as inovações.
O professor deve reconhecer também, que ele não é mais o detentor de todo o conhecimento. Com o advento das tecnologias, o conhecimento pode ser adquirido em qualquer lugar e a qualquer momento. No entanto, alguns preferem não valorizar a tecnologia e continuar com os meios que já dominam para planejar suas aulas, rejeitando qualquer possibilidade de mudança. Talvez com medo de correr o risco de achar que pode perder o controle do processo educativo e se tornar obsoleto.
O fato de que o equipamento tecnológico existe na escola, mas não é usado porque ninguém sabe utilizá-lo ou não tem interesse em aprender, tornou-se uma desculpa inaceitável. Está comprovado que as tecnologias podem colaborar para a melhoria da qualidade na educação. Portanto, o professor precisa fazer sua parte buscando aprimorar a própria formação e se desvincular da condição de único detentor do conhecimento.
Para que o professor se sinta estimulado a buscar novos conhecimentos, é urgente e necessária uma valorização de seu papel na sociedade para que ele tenha estímulo de encontrar nas tecnologias novas formas de ensino.
É bem verdade que muitos professores não se sentem motivados a buscar essa qualificação ou enfrentar novos desafios. Fazem parte de um grupo de profissionais que ficam inertes devido ao fato de que historicamente os professores nunca tiveram o seu devido reconhecimento no processo educacional. Salários baixos, jornadas de trabalho extremamente pesadas – muitos trabalham os três turnos – ausência de recursos e materiais didáticos nas escolas.
No entanto, isso não é motivo para acomodação, o professor deve ter a consciência que não basta apenas à capacitação inicial, pois esse processo não terminará jamais. Ingressamos em uma área que está sempre em atualização, a cada dia surgem novidades tecnológicas e novas ferramentas de trabalho.
Diante dessa nova realidade, o professor deve estar aberto para as mudanças e assumir o papel de facilitador do processo de ensino e de aprendizagem. Ele precisa aprender a aprender e a lidar com as rápidas mudanças.
Diante do exposto, o coordenador pedagógico assume um papel de fundamental importância dentro da escola, pois ele é o responsável pela formação contínua dos professores, sendo um ponto de referência para estes. Assim, deve partir na frente em busca de se inteirar da utilização das tecnologias no ambiente escolar para em seguida estimular sua equipe no uso desses recursos no currículo escolar.
O coordenador deve inserir as novas tecnologias em sua rotina de trabalho pedagógico para em seguida envolver o corpo docente no processo. No entanto, o coordenador pedagógico e o corpo docente não devem orientar o seu trabalho por modismos ou pela crença de que as tecnologias poderão resolver todos os problemas de aprendizagem educacional, mas acreditar nos recursos tecnológicos como uma ferramenta que tem potencial pedagógico na construção do conhecimento dos alunos.
Só assim, os recursos didáticos mediados pela tecnologia digital como os Tablets, celulares, computadores, softwares educativos, CD-Room interativo, animações em 3D, vídeo-documentários, lousas digitais, notebooks, projetores multimídia, blogs, enciclopédias digitais, jornais e revistas online, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais e internet poderão cumprir seu papel como recurso pedagógico na melhoria da qualidade da aprendizagem educacional.
Por fim, ciente de que o avanço tecnológico não tem volta, e de que cada vez mais a tecnologia tem feito parte de nosso cotidiano, as instituições de ensino têm o desafio de passar por uma reformulação para tornarem-se mais atrativas, no sentido de promover mudanças significativas no processo de ensino-aprendizagem para poder pensar em colaborar na formação de um novo homem que seja capaz lidar com diferentes situações, resolver problemas imprevistos, ser flexível e estar sempre aprendendo. Ou seja, em constante evolução.

Fortaleza, setembro de 2013.
REFERÊNCIAS

ALMEIDA, M E de. Informática e formação de professores. Brasília: Ministério da Educação, 2000.
OLIVEIRA, Ramon de. Informática educativa: dos planos e discursos à sala de aula. Campinas, SP: Papirus, 1997.
ROCHA, S. S. D. ; SALES, V. M. B ; OLIVEIRA, L. X. . A incorporação das TICs no cotidiano escolar: uma década depois, o que mudou?. In: XX EPENN Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste, 2011, Manaus. Educação, Culturas e diversidades. Manaus: UFAM, 2011. v. unico.
ROCHA, S.S.D. Além do quadro-negro: concepções docentes acerca da utilização dos recursos midiaticos na escola. Monografia de especialização em Mídias em Educação, 2009. Universidade Federal do Ceará.